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Problemas 1. NA REDE 3. ROXAS
MÁGOAS 6. O
INCIDENTE NO VALE DE SOBREIRO 8. OS
GÉMEOS... |
PROBLEMA CURTO | PC – 09
(Solução) |
O culpado é Tiago, o guarda nocturno. Ele simulou o próprio ataque para roubar o diamante. Tiago afirmou que, quando a luz se apagou, ele foi logo atacado por trás, levou uma pancada na cabeça, desmaiou e a sua lanterna caiu no chão. Quando a Inspector chegou, a lanterna estava caída no chão e acesa. É aqui que a sua mentira mais fortemente o incrimina. 1. Se a luz do Museu estava a funcionar normalmente e o apagão aconteceu de repente (causado pelo raio), a lanterna de Tiago estaria desligada no seu cinto, por exemplo, pois a sala estava totalmente iluminada segundos antes. 2. Se ele foi atacado logo após a luz se apagar, (o que teria de haver alguém já por muito perto dele esperando por artes de adivinhação que a luz iria faltar) ele não teria tido tempo sequer para pegar na lanterna, procurar o botão no escuro total e, ligá-la, com toda a precisão e, só então ter o suposto desmaio para ela cair acesa no chão. Tiago simplesmente aproveitou a oportunidade do apagão. Como ele tinha a chave física, ele foi até o pedestal no escuro, usou a sua lanterna e as luvas de borracha (para não deixar impressões digitais na manivela manual que fica por baixo do pedestal), abriu a cúpula usando a manivela, retirou o diamante e largou as luvas para o chão, assim como a lanterna acesa (uma falha que o incrimina). Para criar um álibi e fazer-se de vítima, ele deu supostamente um golpe ao de leve na própria cabeça, tinha a lanterna acesa ainda (pois usou-a para o roubo) e a largou para o chão para simular a cena do crime antes de fingir o desmaio. Ele só se esqueceu que, logicamente, ninguém anda com uma lanterna acesa na mão, pelo Museu, numa sala que estava totalmente bem iluminada. Entretanto e se houvesse mesmo um ladrão, ele teria muito provavelmente levado a lanterna do Tiago para se orientar rapidamente na fuga, na escuridão total, pois não sabia quando tempo duraria o apagão. FONTE: Blogue Momento do
Policiário, 15 de Agosto de 2026 |
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© DANIEL FALCÃO |
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