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Autor Data 17 de Fevereiro de 2026 Secção Competição Prova nº 14 Publicação Blogue Repórter de Ocasião |
O BONÉ O Gráfico Era um dia de “Sueca” normal… os
chamados “treinos”, como os habituais jogadores, deste jogo de cartas,
costumam apelidar e lá apareci eu, “O Gráfico”, com o vistoso boné que a
confrade “Mali” me tinha oferecido através da sua “proposta de solução” à prova
nº 11 – “Concurso Anual dos Gostos-2025/2026”, em curso no “Blogue RO” – os
famigerados “Chapéus”, da autoria do ilustre “Virmancaroli”!
Fiquei com este agasalho… e nunca mais o larguei… e dá-me sorte, ainda ontem,
8 de fevereiro, quando ganhei o “Torneio Relâmpago”, na companhia do meu
amigo Pedro Monteiro, organizado pelo Grupo Desportivo e Recreativo da Quinta
Nova eu tirei umas fotografias com o boné colocado na cabeça! Segunda-feira, 9 de fevereiro, na
parte da tarde, a partir das 15 horas, depois do almoço, iam começar os
“treinos” no “Quinta Nova”, mas as pessoas, antes disso, rodeavam-me, sempre,
para eu contar mais uma história “policiária”…
enquanto bebiam o café com o digestivo… a ver se conseguiam descobrir… a
solução do caso! (É costume isto suceder, pois, de permeio, na “Sueca” eu vou
sensibilizando a malta para o entretenimento do “Policiário”…
eles gostam, mas escrever, participar, está quieto!) Então, mais uma vez, fiz-lhes a
vontade… pedi o meu cafezinho e o “respectivo”… e comecei a contar-lhes aquilo que me veio à cabeça… No dia 19 de janeiro, já com este
bonezinho, colocado na cabeça, fui votar para as Eleições Presidenciais 2026,
na Escola, ao pé da “Miki”, no outro lado do
edifício dos Correios, abalei de casa bastante tarde… o escuro não tardava,
mas para lá me dirigi. Votei e ainda fui fazer umas pequenas compras num
Supermercado ali próximo, por detrás das bombas da gasolina, pelo que quando
regressei a casa, moro na Praceta Bartolomeu Constantino, como sabem, pelo
endereço de recebimento de “soluções”… já
anoitecera! Fui e regressei a casa, a pé. Trazia dois sacos de plástico, com os
produtos alimentícios, um em cada mão e a minha mala, com a carteira e
documentação, chaves de casa, e outras coisas, como baralhos de cartas para a
“Sueca”… ia dentro de um desses sacos. Não chovia,
estava escuro como breu…, mas preocupava-me, um pouco, a minha caminhada…
porque só havia luz perto da minha porta, o n.º 14, da praceta, pelo que
ainda tive de caminhar uns bons metros, às escuras! Sabem como é, actualmente, na rua, de noite, às escuras… é um convite a
um assalto! Absorto nos meus pensamentos… já
começava a descortinar a luz, lá, ao fundo, próximo da porta do prédio onde
moro. E foi quando entrei já em terreno iluminado que olhei para o chão e vi
uma sombra à minha frente… pensei no imediato… “vou ser assaltado!”… e fui…, mas não passou de uma brincadeira… foi apenas
um susto… um vizinho meu que me seguia há uns minutos, silencioso, decidiu
assustar-me, simulando um roubo, metendo as suas mãos na minha mala…
voltei-me para trás e imediatamente o reconheci! – Ah, ah, ah! – ria ele. – Assustou-se vizinho!? Pudera, com o
escuro, ali, atrás! – comentou. E juntos entrámos no prédio e fomos,
ambos, para as nossas casas. Dei o meu último gole no café e disse
aos meus ouvintes: Pronto, aqui têm mais uma história, a
vosso pedido! Agora digam-me se encontram alguns erros nesta narração!
Valeu!? É
o que eu peço ao leitor: Encontra
erros neste problema policiário? Tenha
bom “GOSTO” na decifração e justifique a sua conclusão! Não invente na
apresentação da sua “proposta de solução”… seja
racional… para nos causar uma boa impressão! |
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© DANIEL FALCÃO |
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