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DE ENIGMAS POLICIÁRIOS (PRODUÇÃO) "MÃOS À ESCRITA!" – 2026 |
TORNEIO DE
DECIFRAÇÃO DE ENIGMAS POLICIÁRIOS “SOLUÇÃO À VISTA!”
– 2026 PROBLEMA Nº 7 O ESTRANHO CASO DO
JOKER Autor: Inspetor Esmeril Reuniram-se no café do costume, o Rei de Ouros, o Valete de Copas e o Ás de Paus. Uma notícia tenebrosa corria na cidade. Sabia-se apenas que o Joker, conhecido entre eles pela alcunha “Zorba”, e algumas vezes, na brincadeira: esta carta não existe! ‒ com o cognome o “mito”, caíra na valeta e se dissolvera de modo, absolutamente insólito, à beira da estrada. Porquê? O Joker não estorvava ninguém. Estavam “baralhados”. O médico legista, disse que fora morto, perto das 4 horas da manhã, molhado com ácido não identificado, alguma substância nova. Foi inquirindo, enquanto se aguardava a polícia. ‒ Que sabeis meus caros, vós sois amigos do falecido, quem teria motivos para o matar? ‒ O Joker era uma carta amiga, ‒ começou a dizer o Valete de Copas ‒ não tinha inimigos. O Às de Paus, ainda olhava o seu café, e ouvira dizer, que o Joker, em tempos, teria seduzido a Rainha de Copas, e “repousara” com ela no Hotel do “baralho”, às ocultas do cônjuge. Esse dito afetara a sua reputação. O Rei de Ouros, disse que conhecia a Rainha, e ela jamais daria semelhante passo. Mas a ser verdade, o marido enganado será o suspeito principal. O patologista tomou nota das declarações, e transmitiu-as ao agente da autoridade, que, entretanto, chegara. ‒ Sabeis caros amigos, do paradeiro da Rainha de Copas e do Rei de Copas, seu marido, para serem ouvidos? ‒ perguntou o Agente. Disseram desconhecer o “baralho” afeto à sua residência. O Agente, ligou à central, e comunicou ao Inspetor-Chefe, para se iniciar a busca às cartas. ‒ Eles estão aqui. ‒ respondeu o superior hierárquico ‒ Dizem que não têm nada a ver com o caso. A Rainha esteve com ele, não conhecia ainda o hotel, tratou-o bem. O Rei vai pedir o divórcio. Está inocente. Esquadrinhem o local do crime. O agente voltou ao o sítio da ocorrência. Regressou com uma mensagem, em formato de carta, que escapara nas primeiras observações:
Porém, quanto mais o Agente olhava, menos parecia entender. Isto de facto quer dizer alguma coisa ‒ pensava com os seus botões. Sem dúvida que a vítima, na sua agonia, ainda conseguira deixar uma pista, para se encontrar o criminoso. O telemóvel fez-se ouvir. A música da “Missão Impossível”, que ele apreciava, naquele instante irritou-o. ‒ Terei de mudar o toque. Atendeu. ‒ Afirmativo Inspetor-Chefe.
Acabei de solucionar o caso. E vocês, caros amigos, o
que acham? A que conclusão terá chegado o Agente? As propostas
de solução devem ser enviadas até ao dia 31 de Julho,
por um dos seguintes meios: a) por email, através do endereço
eletrónico: salvadorsantos949@gmail.com; b) por correio, através do endereço
postal: Salvador Santos / Rua Quinta do Modelo, 40 / 2820-261 Charneca de
Caparica; c) entregando em mão própria ao orientador da secção, onde quer que o encontrem. |
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© DANIEL FALCÃO |
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