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FINAL de A. Raposo & Lena |
CAPÍTULO 8. SETE PROPOSTAS PARA UM FINAL FELIZ Cloriano M. Carvalho
Grande decisão por unanimidade de um “pequeno
júri”, incorruptível e sem direito a contraditório. Procurar encontrar a melhor final para a novela
“Os Mistérios do Castelo de Chamborg” foi o honroso
papel que me foi distribuído pelo seu mentor. Para o efeito, foram-me apresentados 7 trabalhos
que tinham em comum serem, todos, autênticos VENCEDORES, pela excelência dos
seus conteúdos, pela forma e pelo elevado grau de imaginação. E nem “imaginam” os leitores a dificuldade na
escolha, pois os sonhos e os cenários criados pelos 7 magníficos escritores,
aliados às figuras e aos fantasmas que os acompanharam, foram integralmente
cumpridos e alcançados. Cada um teve oportunidade de “brilhar”, mantendo o exigente
guião, acrescentando um ponto, positivo ou negativo, na qualificação da
estrutura humana. Cada um procurou o seu espaço de liberdade intelectual e
deu asas à sua fértil imaginação. Toda a “pulhice humana” foi retratada e expressa
no desenrolar dos acontecimentos. Faltavam, porém, dois atributos ou qualificações
tão actuais nos tempos que correm e que foram
determinantes para COMPLEMENTAR o objectivo em
análise: JUSTIÇA (ou falta dela) e CORRUPÇÃO Procurei-os nos pormenores dos 7 trabalhos
apresentados e, então, só assim foi possível destacar um deles – e apenas um
– que continha precisamente e em simultâneo as duas importantes
qualificações: (In)justiça – Não apresenta “culpados”, o que
significa sonegação de provas ou ligeireza na apreciação das existentes; Corrupção – Resultante da premissa anterior,
possibilita que “alguém” vá de férias para Punta
Cana, deliciando-se com um fresquíssimo sumo de coco e com vistas
privilegiadas que a natureza nos dá. Razão por que, em consciência e devidamente
fundamentada, a decisão soberana do júri aponta para que o final da
entusiasmante novela seja o que nos é proposto pelo autor ZEBRA [1] Por último, embora haja grande mérito em todos os
trabalhos apresentados, o JURI salienta e atribui, por critérios meramente
pessoais, a classificação de “MENÇÃO HONROSA” aos finais sugeridas por JACARÉ [2] e ZEBU [3] Decidiu. Está decidido. Cloriano M. Carvalho [1] Nome de código de A. Raposo &
Lena [2] Nome de código de Nove [3] Nome de código de Arnes
Fontes: Blogue Repórter de
Ocasião, 9 de Agosto de 2026 TEMPICOS NO CASTELO DE CHAMBORG, Edições Fora da
Lei, Ano de 2011 |
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© DANIEL FALCÃO |
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